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drogas - ecstasy

ecstasyA droga da moda dos anos 90, é, na verdade octogenária. Ela foi sintetizada em 1912, sob o impronunciável nome de metilenodioximetanfetamina (MDMA). Mas a senha usada para designar a droga nas boates do mundo inteiro é uma única palavra: ecstasy. Sintetizada em 1914 com o intuito de ser um moderador de apetite, muito antes da descoberta das anfetaminas. Mas as alucinações provocadas nos primeiros pacientes tiraram a droga das prateleiras. Ela só voltaria à cena seis décadas depois, nos anos 80, nas danceterias dos Estados Unidos e Europoa. Em 18 anos de uso, tornou-se símbolo da chamada geração X, os jovens dos anos 90 ligados em música eletrônica, o techno, e em raves (em inglês, “agitos”), festas que duram madrugadas inteiras.

O ecstasy não chega a produzir as alucinações do LSD, nem a excitação de estimulantes como a cocaína. Em compensação, soma os efeitos dos dois compostos de forma moderada. Essa é justamente a razão que faz do ecstasy uma droga social. Ingerida por via oral, chega à circulação sangüínea entre 20 e 60 minutos. No cérebro atua sobre a serotonina, hormônio responsável pela sensação de prazer e bem-estar. A serotonina ativada ajuda a romper a inibição e os bloqueios emocionais.

Seus efeitos imediatos são: sensação de bem-estar, elevação do humor, desinibição, aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial, náuseas, suor intenso, desidratação, aumento da percepção visual e auditiva, podendo provocar crises de pânicos e depressão após o seu uso.

 
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