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mulher - violência contra a mulher

A mídia revela que, no Brasil, 2 milhões de mulheres sofrem "violência domiciliar" por ano e que 30% das mulheres têm mais medo desta violência do que do cancêr, cujo medo estabelece uma taxa de 17%, seguido da AIDS, com 2%.

Diz a OMS que 10% das mulheres são forçadas nas relações sexuais, e que, das que pensam em suicídio, 2,5% a mais se referem às que sofreram qualquer tipo de violência.

Dentre os fatores que provocam a violência domiciliar destacam-se a bebida e o ciúme.

Exitem entidades como o Instituto Pró-Mulher em SP, e o CIAM – Centro Integrado de Apoio às Mulheres, cujo objetivo é erradicar a violência contra as mulheres.

A Lei 10224/2001 representa um passo nessa luta de proteção à mulher, pois ela pretende punir o agressor, que pode ser retirado de casa diante da constatação do delito. Embora a pena para esses casos ainda esteja longe de alcançar o efeito que se deseja pois, ainda se resume em oferecer cestas básicas ou participar de um grupo de reflexão, é preciso que a mulher encare a gravidade da situação, vá à delegacia e faça a denúncia, que é o primeiro passo.

Se você não sabe, há 20 anos existem as "Delegacias de Mulheres", o que foi a nossa primeira conquista. A segunda foi a criação dos "Juizados Especiais Criminais", que existem há 10 anos para servir à mulher.

Portanto, não se omita, encha-se de coragem e denuncie. A Denúncia impõe limites ao agressor, que por força de lei pode ser punido. Assim, há mais esperança para o seu lar.

No meio dessa turbulência , há uma boa notícia. Homens se juntam para resolver esse problema. Grupos de reflexão surgem com o slogan: "Reaprender para Recomeçar." São homens que venceram suas próprias barreiras, reconhecendo que precisam de ajuda e que podem aprender a "não violência" em benefício de uma familia melhor.

 
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