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namoro

O Namoro é uma fase quase perdida nos tempos pós-modernos. Aliás, o casamento também não foge dessa investida da modernidade: O “juntar” tem substituído a fase do casamento com graves conseqüências.

Quanto ao namoro, ainda que não termine em casamento, ele deve significar a possibilidade de o mesmo ocorrer. Por isso essa fase é importante. É um período em que a aproximação vai crescendo, o conhecimento um do outro aumenta até ao ponto em que se decide: “casar ou não casar?” Este é um momento em que se pode pesar na balança os prós e os contras de se continuar o namoro.

O apóstolo Paulo aconselha em 1 Coríntios 14.40: “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem”. Mesmo que o tempo em que vivemos seja de permissividade, a lei moral ainda ensina que o sexo, fora do casamento, não é correto. A Bíblia chama a esse ato, nestas condições, de fornicação, quando se refere aos solteiros, e de adultério, quando um dos parceiros é casado.

Ouse respeitar! Desafie a “moda” e seja diferente. Você vai poupar a si mesmo, a pessoa a quem ama e aos seus pais de grandes dissabores e o que é melhor: vai alegrar o coração de Deus.

Confiança

Quando se pensa em namoro, muitas questões vêm à nossa mente. Uma delas pode ser: “Mas, eu acho que homem (mulher) nenhum presta”. Esta conclusão se torna generalizada por assistirmos a tanta traição, desamor, sofrimento sem fim, injustiça, brigas e mais brigas entre casais que diariamente se separam e que, quase sempre, deixam atrás de si um rastro de destruição que atinge inúmeras famílias, número este que cresce cada vez mais nas estatísticas.

Diante desta realidade, você olha a “gatinha” linda, aplicada e carinhosa; ela olha para o “gatão” sarado, charmoso e envolvente. Você pode ter duas atitudes:

  • a primeira, “ficar”, que significa, sugar o que puder, para satisfazer o aqui e agora, já que vai descartar a seguir.

  • A segunda, você diz: “será que vale a pena namorar”? Isto quer dizer que, não lhe interessa o “ficar”, porém, agora você tem que fazer outra escolha: Desistir ou experimentar? Nesse ponto, ainda com aquela visão da “gata” ou do “gatão”, você está descrente de qualquer relacionamento. Acha que não vai dar certo, já que “ninguém presta”.

A verdade é que desconfiança gera medo e você fica em cima do muro, sem tomar decisões; passa-se o tempo, o que você percebe só lá adiante; e às vezes você perde uma grande oportunidade de conhecer, se relacionar com alguém que poderia ser a sua "cara metade”. Nesse ponto, é a hora de decidir pelo namoro, e namoro responsável! É o tempo de vocês se conhecerem, sem defraudar um ao outro, ou seja, com respeito e honra.

Não seja protagonista de um casamento fracassado, que pulou do “ficar” para o “juntar” ou o “casar forçado”. Isso não existe? Existe sim! Só que pode trazer inúmeros prejuízos tanto para você, quanto para a outra pessoa. Busque amar a pessoa que escolher, porque “se você amar alguém (de verdade) será leal para com ele, custe o que custar” pois, “sem amor nada valeria a pena “(1 Coríntios 13.7 e 2). O amor é mais que um sentimento: é uma atitude.

Escolha

Jovem, você está namorando, está curtindo bastante o momento, mas deseja desenvolver um relacionamento que dure, numa perspectiva que o leve até o casamento. Entretanto, as decepções nos relacionamento fizeram com que você não confie mais em ninguém. O que fazer?

Alguns princípios o ajudarão a mudar esse quadro:

  • decida ser diferente, mais respeitoso e mais transparente;

  • estabeleça suas expectativas para o futuro a dois;

  • leve em consideração a sua personalidade, estilo de vida e perspectivas de futuro.

  • conheça bem as ações e reações da pessoa que você escolheu.

Por exemplo, se você é uma pessoa dinâmica, que aproveita as oportunidades, que deseja crescer, deve escolher alguém que se encaixe nesse perfil, que tenha um potencial para crescer junto com você.

Lembre-se de que a etapa do namoro é a oportunidade que se tem para conhecer um ao outro. Procure perceber como ele ou ela reage quando contrariado, analise seu caráter, descubra os seus valores e considere tudo. Não entre no casamento com saldo negativo na balança, pois iniciará um relacionamento já falido.

A grande estratégia é pedir a Deus a direção, pois, ainda que no "coração do homem haja grandes projetos, a resposta certa vem do Senhor" (Provérbios 16.1).

Ciúme

O ciúme pegou você?

Acontece que todos olham, muitos admiram e outros querem o mesmo que você. Ele(a) parece lhe ser fiel, mas você não confia muito. Para um princípio de relacionamento, isto até parece normal, no entanto, se já há algum tempo de caminhada juntos, é preciso parar e analisar esta situação.

Sufocar, desconfiar e fazer escândalos levam a caminhos desagradáveis e infelizes. Deixe-se influenciar pela palavra do apóstolo Paulo, quando diz que “O amor (verdadeiro) não é invejoso ou ciumento; o amor não exige que se faça o que se quer (egoísta). Se você amar alguém, será leal para com ele, custe o que custar. Sempre acreditará nele, sempre esperará o melhor dele” (1 Coríntios 13.4 e 7). Ame ao invés de ter ciúme porque “O amor é forte como a morte e o ciúme é cruel como a sepultura” (Cânticos de Salomão 8.6).

Por outro lado, você pode ser “o alvo do ciúme”. Neste caso, por mais paixão que tenha, você não vai agüentar muito tempo ser sufocado(a), sem reagir. Por conseguinte, dar um tempo, talvez seja a melhor alternativa do momento. Pense e decida. Não adie o que é preciso fazer hoje. Afinal, você está decidindo o seu futuro. Se a melhor alternativa for “sair fora”, não hesite. Busque em Deus a certeza de sua decisão.

Controle

Você quer ser um jovem correto e puro, que agrade a Deus, e tem a consciência de que determinados atos permissivos pela modernidade, no namoro, constituem pecado?

Então, tome algumas precauções. Estabeleça seu alvo para esse namoro e seja firme; evite lugares solitários como praças, ruas, carro, quarto, onde ninguém pode observá-los; motel? Nem pensar!

As carícias são um grande instrumento para levá-los a pecar, pois quase sempre culminam no ato sexual. Elas o fazer perder o controle da razão e você se deixa levar pela paixão, sedução e reações físicas incontroláveis que certamente afluirão nos dois. Tiago 1.14 e 15, aconselhando o homem a vencer as dificuldades e tentações, diz: “Mas a tentação é a fascinação dos próprios pensamentos e desejos maus do homem. Estes maus pensamentos levam às más ações e, depois disto, à morte”. Você há de pensar: Que morte é esta? A Bíblia diz que o pecado tem a morte como conseqüência, referindo-se à morte espiritual.

Entretanto, vemos com frequencia, pessoas que se afogaram num mar de depressão, por perderem alguém em relacionamentos mal feitos e que passaram pela insegurança, medo, ciúmes, baixa auto-estima e frustrações. Hoje, algumas delas se encontram como mortos-vivos, quando não se enveredam pelo caminho da auto-destruição. Tudo isto por terem apostado num relacionamento que não valia à pena, ou que começou errado. Não permita que isso ocorra com você. Busque em Deus a sabedoria para conduzir a sua vida porque "Ele dá a quem lhe pede" (Tiago 1.5).

Enquanto isto, talvez a melhor opção seja dar um tempo para reorganizar a sua vida.

 
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